Veja, leitor, como é difícil fazer uma reforma eleitoral em nosso país que agrade a gregos e troianos.
Semana passada, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o ministro Nélson Jobim fez rasgados elogios ao projeto de reforma eleitoral aprovado na Câmara, recentemente.
Ele disse que o projeto é bom e contém avanços porque teve como relator um deputado alfabetizado: Flávio Dino (PCdoB-MA), ex-juiz federal.
Mas nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, onde se realizou uma reunião do colégio de presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais, o desembargador Mota Moraes (RJ) baixou o sarrafo no projeto da Câmara.
Disse que aquilo não é um projeto de reforma política e sim de “reforma partidária” e que, se depender de sua vontade, o Senado o rejeitará.
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sábado, 29 de agosto de 2009
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